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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Essa eu quero sentir no bolso

Qualquer ação governista que sirva para minimizar as nossas despesas fixas será sempre bem vinda, como por exemplo a lei sancionada pela presidente Dilma Roussef, que permite baratear a conta de luz em 20%.

Tá tudo muito bem, tá tudo muito bom, mas realmente, na prática essa eu quero sentir no bolso. Num cenário em que os reservatórios estão com seus níveis muito abaixo do normal, os constantes apagões e um sistema de transmissão com falhas, é muito “estranho” o governo autorizar essa redução.

Na prática, o que está faltando são investimentos no setor elétrico, onde muito se fala em aproveitar a luz do sol, através da utilização dos painéis solares, porém, como nossos governantes, até agora não vislumbraram algo que os conceda privilégios com a utilização dessa forma de obter energia, ficamos a mercê de construções de usinas hidrelétricas hiper faturadas, pra delírio de uns poucos e que o restante da população fique às escuras e pagando caro por um serviço que deveria sem feito pelo estado.

Como forma de tentar nos cegar, lançam uma cortina de fumaça tentando encobrir à atual situação energética do país.

A lei permite, mas será que obrigará as concessionárias de energia a cumprirem?

Então, nos cabe esperar que essa lei, seja posta em prática e não fique apenas no papel para ser apenas lida.

Uma Cascata de asneiras

Apenas destaco como ponto negativo nesse início de temporada, a fala do jogador Cascata sobre sua saída do ABC, talvez influenciado por outras pessoas, o mesmo não demonstrou ter bom senso, precisa rever seus conceitos e aprender a ser ético, que na minha opinião ética não se aprende e sim vem do berço.

Dessa forma, as portas do ABC fecharam-se pra ele, pelo menos enquanto Rubens Guilherme estiver à frente do clube, e o jogador com essa atitude manchou sua passagem pelo ABC, passagem esta, repleta de títulos e ele deve muito ao clube que o projetou, assim como, os torcedores também precisam lembrar da importância do jogador na campanha vitoriosa do ABC. Mas, não existe um mal que não traga o bem, ele Cascata, também é conhecido por ser um formador de “grupinhos” dentro do elenco, causando assim, um racha e problemas internos que de certa forma refletem dentro de campo.

O que restou de tudo isso?

Ele é melhor com a bola nos pés.

Futebol 2013 no RN

Começou a temporada 2013 para o futebol potiguar, com o campeonato estadual realizando sua rodada inaugural, infelizmente marcada pela morte do jogador do Potiguar de Mossoró, Neto Maranhão na semana passada, vítima de ataque cardíaco enquanto treinava no clube.

Nessa primeira fase do campeonato, ABC e América não participam, devido aos dois estarem disputando a Copa do Nordeste, que começa no próximo sábado (19/01).

Nas últimas semanas, o que dominou os noticiários foram as contratações por parte do América, dos ex-alvinegros: Cascata, Jérson e Renatinho Potiguar. Enquanto isso, fomentando ainda mais a “guerra de bastidores” o alvinegro, contratou o jogador Júnior Xuxa, ex-América.

De um modo geral, encaro com naturalidade essas transferências, afinal, como postei anteriormente, os jogadores precisam trabalhar. No caso específico do ABC, a equipe não demonstrou nenhum interesse em manter no seu elenco os referidos jogadores, então, os mesmo estão liberados para jogar em qualquer time.

Sei que é muito cedo, porém, me dou o direito de palpitar sobre o possível campeão do estadual 2013. Não vejo ainda os times do interior e o Alecrim com condições de serem campeões, e analisando superficialmente os dois elencos de ABC e América, na teoria, o time de vermelho está mais arrumado, e com mais condições de ser campeão, mas isso é no campo teórico, vamos ver com a bola rolando.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Mudança e Mudanças

Todos nós queremos motivos que nos tragam felicidade, e lutamos para escapar das coisas que nos cause algum tipo de problema. Temos projetos para nossa vida, compromissos com as nossas famílias, contas a pagar, sonhos a realizar. Tudo isso está dentro do mundo e este mundo vive atualmente um processo de grandes mudanças, rápidas, exigentes e que nos afetam de alguma forma.

Todos sabem e querem que qualquer que seja a(s) mudança(s) que aconteçam em nossa vidas, que aconteçam para nos proporcionar felicidade e melhorias, então, que essas mudanças sejam sempre bem vindas.

Diante disso, hoje, me vejo perante a uma das maiores mudanças que irão ocorrer na minha vida e quer queiram ou não, também afetará todos os meus familiares e amigos. Pode ser que para a grande maioria, não seja lá grande coisa, mas, diante de toda a minha história vivida em Parnamirim, uma enorme diferença está prestes há acontecer.

Depois de 45 anos, estarei me mudando pra Natal, motivado principalmente pela necessidade latente de proporcionar qualidade de vida a minha família – Rejane, Larisse e Maria Clara.

Não somos apenas aqueles que sofrem com as mudanças, somos co-responsáveis pelas mudanças cujas consequências caem também sobre nós e posso afirmar que, chegamos a um ponto de saturação com os deslocamentos diários e cada vez mais frequentes e estressantes de Parnamirim – Natal – Natal – Parnamirim.

Que essa(s) mudança(s), não só de cidade, de qualidade de vida, de círculos de amizades e outras mudanças que venham a acontecer, serão encaradas como mais um degrau para obtermos revelações ainda maiores e mais maravilhosas que estão nos aguardando em nossa nova morada.

Lembremos que um dia, tudo que nós é querido será deixado pra trás. E nesse momento, o que teremos em nosso favor será o que tivermos construído durante nossas vidas. De uma coisa eu garanto, as minhas raízes não ficarão guardadas lá nos confins do cérebro, e espero compartilhar com minha família e amigos momentos aprazíveis, seja em Natal ou Parnamirim, mesmo sabendo que, os deslocamentos deverão ficar menos frequentes.

Que venha a nova casa, as novas e sempre bem vindas amizades, um novo estilo de vida, venham, venham que estaremos prontos pra viver o novo e principalmente “SER FELIZ”.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Até Quando? Parte II

Continuando a abordar o post Até Quando?, que comentei sobre o último massacre ocorrido numa escola dos Estados Unidos, aproveito para ressaltar mais alguns pontos que considero pertinentes.

Apesar do número bem inferior de armas de fogo em circulação na população do que nos Estados Unidos, o Brasil registrou, em 2010, 36 mil vítimas fatais de tiros.

Nos Estados Unidos, o acesso a armas de fogo é bem mais fácil, pois, é possível comprar armas em vários Estados sem a necessidade de registro ou autorização de autoridades e o direito à posse é determinado pela própria Constituição.

No Brasil, a posse de armas de fogo é permitida, após registro e análise de antecedentes, mas o porte de armas de fogo é proibido, salvo em casos excepcionais.

O ponto mais relevante e questionável entre os dois países é a Justiça. Nos Estados Unidos a probabilidade de levar um homicida para a prisão é muito maior que no Brasil, na qual, a impunidade abre caminho para a violência no país.

A natureza dos crimes também é diferente. No Brasil, a violência interpessoal, que engloba briga de bar, de vizinho, marido e mulher, responde por mais da metade das mortes.

Um fator importante a ser observado é que a legislação contra armas no Brasil é muito mais dura que nos EUA, onde é fácil o acesso a armamentos, mas, o fato de haver uma legislação avançada na área não significa que o pensamento dos cidadãos avançou nesta área.

Com tudo isso, o Brasil está em uma fase de evolução nesse sentido, porém, o grande problema é a quantidade de armas contrabandeadas que circulam dentro do país, muitas vezes “ajudados” por alguns membros da corporação.

Início da temporada 2013

Daqui a exatamente um mês – 19/01/13 começa oficialmente a temporada 2013 para o ABC, com a disputa da Copa do Nordeste, onde enfrentará a equipe do Ceará, no Estádio Presidente Vargas.

Num ano que a equipe alvinegra terá um calendário cheio, onde disputará a Copa do Nordeste, Campeonato Potiguar, Copa do Brasil e a Série B, é preciso que, daqui por diante a diretoria qualifique melhor seu elenco, afinal, os erros cometidos com contratações nos últimos dois anos não podem mais acontecer, e até pode, porém, que seja em número pequeno.

Buscando profissionalizar o clube, é que a diretoria executiva contratou Gustavo Mendes para exercer a função de Superintende Executivo de Futebol, com isso, busca-se a excelência administrativa em todas as áreas dentro do clube, esperando que, essas melhorias reflitam dentro de campo. Quando da sua posse, o diretor executivo disse que não haveria pressa nas contratações, para que não ocorresse tantos erros e na minha opinião a frase “não ter pressa” pode esconder vários outros significados, como por exemplo: “não ter dinheiro”, “não ter jogadores de qualidade disponíveis no mercado”.

Com tudo isso, ainda estou cético quanto ao nível das contratações, pois, como todos sabem, o ABC não está navegando em águas tranquilas quando o assunto é dinheiro, muito pelo contrário.

Não gosto quando o presidente do ABC transfere responsabilidades para a torcida, dizendo que ela, será a principal fonte de renda do time e que as contratações serão equivalentes as apostas da Timemania e a presença do torcedor no estádio. Dessa forma fica evidente que, qualquer resultado negativo que o clube venha a ter, o principal responsável será a sua torcida, e se o clube tiver êxitos nas competições ele vai dizer que, mesmo com a torcida não chegando junto, a diretoria se esforçou para isso.

Um clube tem que ser ávido por títulos e não se contentar em apenas participar de campeonatos, então que em 2013, o ABC tenha ambição, no bom sentido, almeje vôos mais altos, e que nós torcedores não passemos sufoco, e ao final de 2013, tenhamos muito o que comemorar, mesmo que, não consiga o tão sonhado acesso pra Série A, consiga ao menos ter uma boa participação nas competições.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Até Quando?

Com relação ao último – infelizmente haverá outros, massacre ocorrido em mais uma escola dos Estados Unidos, mais uma vez levanta-se a bandeira da regulamentação das armas naquele país, pois bem, agora qual o instrumento que vai “regulamentar e controlar” mentes doentias, psicóticas que atiram a esmo, motivados muitas vezes por problemas familiares?

O problema não é somente controlar o comércio de armas, e sim, quem está comprando essas armas, onde, deveria ser utilizado um rigoroso acompanhamento e controle do comportamento dessas pessoas, seja no âmbito familiar e social.

A família deveria ser, pelo menos na prática, o principal controlador disso tudo, afinal, agindo de forma negligente com os integrantes, achando que tá tudo normal, e não “querendo” ver ou ouvir ações, reações e palavras que no mínimo seriam dignas de uma maior atenção, se deixam enganar e quando menos se espera, esses filhos, ou filhas, ou maridos sejam que for, são responsáveis pelas maiores atrocidades e depois ficam com aquele chavão: “Como é que fulano fez uma coisa dessa, era tão calmo, vivia dentro do quarto, só estudando?”

Esses atiradores que em nome do seu povo, da sua política, da sua fé e da sobrevivência, deixa a razão de lado e deixa triunfar a ideologia, o fanatismo religioso, o mercado e a ganância.

Concordo e não teria como concordar com as palavras do Pe. Zezinho, quando ele disse que: Alguns líderes políticos que se afirmam religiosos, em nome de sua fé, de sua visão sociopolítica ou socioeconômica matam ou mandam matar e depois vão orar e dormir em paz com o Deus em quem acreditam, sabendo que mataram duas, três, vinte ou cem mil pessoas. E dizem que não havia como não matar. Falam com Deus ou com o seu povo como se tivessem feito um grande bem ao tirar desta vida quem prejudicava sua fé, seu governo ou o seu grupo dominante. Acrescento ainda, e com esse pensamento, consegue “entrar” nas mentes fracas daquelas pessoas isentas de razão, motivando-as a cometerem verdadeiros massacres.

Infelizmente iremos presenciar outros massacres, mas, espero que alguém ou algo consiga se antecipar as ideias horrendas dos possíveis matadores e aja de forma tal que o ato não seja praticado, salvando assim, as vidas das pessoas que por muitas vezes e mesmo que tivesse, não tem nada a ver com as desilusões doentias causadas por problemas familiares e que levam esses seres “desumanos” a cometerem atrocidades.

Sei que não é tão fácil assim, mas, também não quero que pessoas acometidas por problemas psicológicos sejam expurgadas da sociedade, o estado e quem sabe o setor privado, disponibilizassem profissionais e estruturas para recebê-las de forma condizente, num ambiente saudável que propicie qualidade de vida, com atividades que estimulassem o psicológico positivamente. Mesmo que, a cura não seja possível, que elas fiquem nesses lugares com acompanhamento profissional e que a família seja parte fundamental, não deixando essas pessoas solitárias, aumentando ainda mais o problema.