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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Paz e tranquilidade

Ao contrário do que acontece nas praias urbanas de Natal, onde as palavras controle, ordem, educação, limpeza e tranquilidade não existem e nem são usadas, o Parque das Dunas tem todas essas qualidades, e olhem que, também é um local público, mesmo que, para entrar seja através de um pagamento de R$ 1,00 (taxa de conservação), valor irrisório, diga-se de passagem.

Local onde predomina o verde, ocupado pelo que resta da Mata Atlântica, o local nos deleita com o ar puro, a tranquilidade de um lugar onde se tem regras de utilização e comportamento, dessa forma, promovendo a consciência ambiental daqueles que o visitam sem agredir o ecossistema do local.

Espero que esse recanto de nossa cidade continue bem preservado pelos órgãos públicos – IDEMA que o gerenciam, e que as gerações presente e futura tenham a oportunidade de conhecer esse lugar tão aprazível e usufruam de todos os benefícios concedidos pelo parque.

Poderia escrever mais linhas, elogiando a atual forma como o Parque das Dunas é gerido, mas, prefiro que vocês mesmos comprovem o que eu escrevi.

Ponta Negra invadida

Todos sabem que a praia de Ponta Negra possui uma grande procura tanto por parte daqueles que gostam de curtir uma praia, quanto daqueles que dela precisa pra sustentar-se, até aí tudo bem, pois, todos precisam ganhar o seu dinheiro honestamente, porém, os banhistas também precisam ter seus direitos respeitados.

Só que, tudo na vida tem que ter regras principalmente àqueles lugares públicos, para que possa ter um certo controle e ordem, porém, em Ponta Negra ocorre justamente o contrário, não há controle e planejamento para que os ambulantes possam ganhar o seu sustento.

Parece que as autoridades fecharam os olhos pra ela, pois, a orla precisa urgentemente ser melhor planejada e o calçadão ser revigorado, porém, está acontecendo ao contrário. Com o calçadão destruído em alguns lugares, fica praticamente impossível a colocação de bares e quiosques para que haja um esvaziamento da orla, esgoto à céu aberto, ajudando na proliferação de ratos e outros bichos que não combinam com aquele lugar belíssimo por sinal.

O que antes era pra ser espaço livre para os banhistas, com o decorrer dos anos, foi sendo tomado por barracas e ambulantes, causando uma verdadeira bagunça, onde nós não conseguimos nem ficar tranquilos, pois, a todo momento o trânsito de carrinhos nos põe em alerta a favor da nossa segurança e dos nossos filhos que gostam de brincar na areia.

Outra coisa, a poluição sonora é intensa, o cara chega com um carrinho para vender cd´s e estaciona ao seu lado e coloca um som ensurdecedor, como se fossemos obrigados a ouvir aquilo, aí eu não aguento.

Gosto muito de praia e de curti-la, com tranquilidade para tomar um banho, ficar na areia, tomar uma gelada e brincar com minha filha, tudo isso tenho na praia que eu gosto que é Barreta.

Por uma Ponta Negra sociável, limpa e com planejamento.

domingo, 16 de setembro de 2012

Escova de dentes natural

escova-300x175Na busca incessante pela produção de produtos ecologicamente corretos e em linha com o pensamento de que o cabo das escovas de dentes de plástico demoram no mínimo cem anos para se decompor, foi criada uma escova de dentes ecológica, feita de fibra natural e bambu, uma das plantas que crescem mais rápido no mundo.
A escova é tão higiênica quanto a de plástico, garante o inventor - um dentista australiano. Na fabricação do cabo, a superfície do bambu é carbonizada para impermeabilizá-lo e proteger contra fungos e bactérias durante o tempo de uso, garantindo um acabamento à altura do das escovas convencionais. As cerdas são de tamanhos diferentes,  confeccionadas a partir de um polímero resistente à ação de micróbios – lembrando que devem ser lavadas e secas depois de utilizadas.
Vamos aguardar se esse novo produto será vantajoso para as grandes indústrias do ramo, caso não seja, ela ficará apenas marcada como um projeto.
Quem poderá reverter isso é a população juntamente com as entidades ambientais, utilizando o poder de cada uma de multiplicar idéias para colocar no mercado produtos conceituados como ecologicamente corretos, influenciando assim as empresas do ramo.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Preservativos sustentáveis

Uma iniciativa do governo do Acre deu origem a uma alternativa sustentável 100% brasileira, uma empresa iniciou a produção dos preservativos  feitos a partir da centrifugação do látex de seringais nativos.

A fábrica já recebeu o certificado ISO 9001, que garante aos consumidores a segurança e eficácia às suas camisinhas, que incentivam a fabricação de produtos que não utilizam petróleo como matéria-prima.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Construção civil com sustentabilidade

imagesDiante do "boom" da construção civil mais especificamente em nosso estado, cabe nesse momento uma análise desse atual cenário, em nossa capital, em relação à sustentabilidade na construção civil, abordando algumas formas de diminuir os impactos causados ao meio ambiente e as novas tecnologias que possibilitam essa redução.

Outro ponto importante a ser analisado´é o planejamento energético, já que a construção sustentável envolve várias práticas adotadas antes, durante e depois do trabalho de edificação.

Em alguns empreendimento isso já é adotado, porém, cada vez mais a utilização de edificações sustentáveis é salutar para a preservação do meio ambiente, com a identificação das características técnicas que propiciem a execução de alguma edificação ecologicamente correto tais como: condicionamento de ar, posicionamento de fachada em relação ao nascente/poente do sol, destinação de resíduos sólidos, reuso de água dentre outros. Também, uma profunda análise das principais causas das falhas que acontecem em projetos, muitas vezes realizados com pressa ou para atender interesses econômicos pessoais ou empresariais, sem se preocupar com a pós-construção, como manutenção das edificações.

Pesquisas recentes indicam um aumento de cerca de 5% nos gastos no processo de construção caso sejam feitos investimentos em sustentabilidade, contudo, a economia a médio e longo prazo, que giram em torno de 30% nos gasto com água e energia, compensa os gastos extras.

A sociedade deve ficar atenta, afinal, como diferenciar construções de fato ambientalmente corretas daquelas construtoras que apenas se proclamam como tal? Existem certificações que estabelecem quem é quem, com isso poderemos diferenciar uma construtora que pode passar uma imagem para seus clientes que, na verdade, não procede bem como o engano sobre materiais anunciados como saudáveis ao meio ambiente, mas que não o são durante todo o seu processo sua utilização.

Como se pode perceber, uma postura consciente nas mais diversas etapas da construção civil, além de financeiramente viável, não só caracteriza uma empresa como preocupada com a situação do planeta, mas também passam esta imagem para o público, sendo assim, uma legislação mais clara e uma desburocratização são fundamentais para uma construção civil cada vez mais alinhada com as necessidades do nosso mundo.